MC Hariel lançou em 2 de setembro o registro completo do Red Bull Symphonic realizado em São Paulo.
O projeto chegou às plataformas de áudio e também ganhou versão audiovisual no YouTube.
O live album reúne 21 faixas organizadas em seis atos e documenta a apresentação feita em 8 de agosto no Auditório Simón Bolívar.
Hariel dividiu o palco com a Orquestra de Fluxo, formada para a edição brasileira do projeto.
Como foi o Red Bull Symphonic com MC Hariel?
A apresentação marcou a estreia do formato Red Bull Symphonic no Brasil.
Sob regência de Xuxa Levy e direção musical de Nave Beatz, o show colocou o repertório do funk paulista diante de uma formação orquestral.
O espetáculo reuniu 56 músicos e reorganizou músicas conhecidas com piano, cordas, metais, percussão, coro, DJ e elementos do baile.
A estrutura percorreu seis atos, da origem ao legado, conectando diferentes momentos da trajetória de Hariel.
Participações de MC Don Juan, Neguinho do Kaxeta, Tasha & Tracie, MC Davi, MC Menor da VG, MC Marks, MC Ktrine e integrantes da SUBMUNDO 808 ampliaram o recorte sobre gerações do funk paulista.
O que aparece nas 21 faixas do live album?
O registro condensa 36 composições em 21 faixas, muitas delas organizadas como medleys.
A abertura reúne “Avisa Que É o Funk”, “Contra Nós” e “Funkeiros na Cena”, preparando a passagem entre repertório de rua e arranjos sinfônicos.
O show também incorpora homenagens e referências à história do gênero.
Em um dos momentos, a orquestra aproxima a “Bachiana nº 5” de “Mina de Vermelho”, de MC Daleste.
Essa montagem ajuda o projeto a contar uma história maior do que a discografia de Hariel.
O repertório conecta sucessos do artista a referências coletivas do funk, criando pontes entre memória, baile e experimentação musical.
Onde assistir ao audiovisual completo?
A Red Bull informou que a apresentação integral ficaria disponível a partir de 2 de setembro no canal de MC Hariel no YouTube e nas plataformas de áudio.
O lançamento transforma o concerto em um registro acessível para quem não esteve no Auditório Simón Bolívar.
Mais do que arquivar uma noite específica, o projeto coloca o funk paulista em diálogo com outra linguagem musical sem apagar suas referências.
O resultado preserva o peso do baile enquanto amplia a forma de apresentar esse repertório.
Com áudio e vídeo completos disponíveis, o Symphonic deixa de ser apenas um evento pontual.
Ele passa a funcionar como documento de uma colaboração de grande escala entre artistas do funk, produtores e músicos de orquestra.









