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Emicida anuncia Jotapê e Puro Suco como convidados no Coala Festival 2026

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Moyses

Emicida - Foto: Reprodução/ Instagram

Emicida terá Jotapê e Puro Suco como convidados especiais em sua apresentação no Coala Festival 2026, marcada para 12 de setembro.

O encontro acontece no Memorial da América Latina, em São Paulo, dentro do show da turnê ‘Emicida Racional MCMV’.

A participação adiciona novas vozes ao espetáculo e reforça a proposta de aproximar gerações e diferentes movimentos do rap brasileiro.

O anúncio foi feito poucos dias antes do festival e transforma a formação do show em um dos pontos específicos da programação dedicada ao hip-hop.

Quem sobe ao palco com Emicida no Coala Festival?

Foto: Reprodução/ Instagram

Jotapê chega ao show em um momento de projeção ligado às batalhas de rima e à construção de uma carreira musical fora das rodas.

Puro Suco amplia a mistura com uma identidade própria dentro do rap nacional, trazendo outra leitura de flow, repertório e presença coletiva.

A escolha dos convidados conversa com um espetáculo que olha para a memória do gênero sem transformar essa referência em exercício de nostalgia.

Em vez de concentrar a apresentação apenas em Emicida, a presença de convidados abre espaço para repertórios e trajetórias que nasceram em momentos distintos.

Quando e onde será o show?

A apresentação de Emicida está prevista para sábado, 12 de setembro, no Coala Festival, realizado no Memorial da América Latina.

O espaço fica na Barra Funda, em São Paulo, e recebe a programação do festival ao longo do fim de semana.

Para quem pretende acompanhar especificamente o rapper, a data é o ponto central: os dois convidados foram anunciados para o show de Emicida.

A programação completa e os horários de cada palco devem ser conferidos nos canais do festival antes da ida, porque a grade pode receber ajustes operacionais.

Por que a participação chama atenção?

‘Emicida Racional MCMV’ trabalha referências ligadas ao impacto dos Racionais MC’s e à formação cultural de diferentes gerações do rap paulista.

Por isso, incluir artistas mais novos e coletivos de outra fase da cena dá ao palco uma função que vai além de repetir repertório consagrado.

O movimento também prolonga uma sequência recente de encontros de Emicida com nomes da nova geração, criando conexões que passam por batalhas, festivais e lançamentos.

No Coala, essa conversa ganha escala de festival e coloca a história do rap em contato direto com artistas que continuam redesenhando a cena.

A combinação ajuda o público a entender o show como uma construção coletiva, e não apenas como uma participação surpresa isolada dentro do repertório.