Yunk Vino decidiu sair do óbvio e levar o universo do álbum MR. para além do streaming. Em vez de focar apenas nas faixas e números, o artista abriu ao público a exposição “MR. Vestígios: O Processo Como Obra”, em São Paulo.
A proposta parte de uma inversão simples, porém pouco explorada no trap nacional: o processo vira protagonista. Rascunhos, testes e decisões ganham o mesmo peso que o resultado final.
Com isso, o projeto deixa de ser apenas um lançamento musical e passa a funcionar como uma experiência completa.
Onde acontece a exposição de Yunk Vino
A mostra está em cartaz no Notthesamo Anexo, na região central da capital paulista. Confira os detalhes:
- Endereço: Rua Doutor Vila Nova, 41 – Vila Buarque
- Período: até 3 de maio de 2026
- Horário: das 10h às 18h
- Entrada: gratuita
O acesso é livre, sem necessidade de cadastro ou retirada antecipada.

O que o público encontra em MR. Vestígios
A exposição foi pensada como uma imersão no álbum. Em vez de seguir uma narrativa linear, o visitante percorre fragmentos do projeto. Entre os elementos apresentados:
- Esculturas, incluindo uma peça com o rosto do artista
- Instalações sensoriais
- Fotografias e projeções
- Materiais de bastidores e experimentações
- Documentário exclusivo sobre a criação do disco
A curadoria é assinada por Caio dos Reis, que também participou da construção estética do álbum, mantendo a conexão entre som e imagem.
Um dos pontos que mais mobilizou o público foi a ação envolvendo uma escultura escondida em Carapicuíba, cidade de origem do artista, encontrada por um fã.

Um novo momento na trajetória de Yunk Vino
Natural de Carapicuíba, Yunk Vino construiu sua carreira de forma independente até alcançar projeção nacional.
Com influências de nomes como Young Thug, Travis Scott e Future, o artista se consolidou como um dos principais representantes da nova geração do trap brasileiro.
O álbum MR. marca uma fase mais introspectiva e estruturada. A exposição funciona como extensão direta dessa proposta.
Ao transformar bastidores em obra, o artista reforça uma ideia central: o caminho também comunica.









