Sotam transformou o EP ‘Fiquei o Tempo que Precisei’ em um filme contínuo de cerca de 13 minutos, gravado em plano-sequência.
O audiovisual percorre as cinco faixas do projeto sem cortes aparentes e conecta as músicas dentro do mesmo cenário.
Lançado em 10 de setembro, o EP também ganhou visualizers individuais, criando duas formas diferentes de acompanhar a nova fase do artista.
Como funciona o filme de ‘Fiquei o Tempo que Precisei’
O vídeo parte de um único universo visual e avança de música em música sem quebrar a sequência.
Objetos, movimentação de cena e mudanças de interpretação ajudam a marcar as transições ao longo dos cerca de 13 minutos.
A escolha dá unidade a um projeto curto, mas pensado como obra completa.
Em vez de tratar cada faixa como peça isolada, Sotam usa o plano-sequência para criar continuidade entre as músicas e reforçar a sensação de percurso.
Ao mesmo tempo, os visualizers individuais permitem que cada canção circule sozinha. Essa combinação atende tanto quem prefere ouvir o EP na ordem original quanto quem chega por uma faixa específica.
Esse desenho também evita que o clipe pareça apenas uma sequência de vídeos colados.
O cenário funciona como ponto de continuidade, e a câmera acompanha a passagem entre atmosferas sem reiniciar a narrativa a cada música.
O resultado preserva a ordem do EP e dá ao conjunto uma leitura visual própria.
Quem participa do novo EP de Sotam
‘Fiquei o Tempo que Precisei’ reúne cinco faixas produzidas por Rob e Felipe Phyre.

O trabalho também traz participações de Murica, Matheus Muniz, Yngrid e Carla Sol, nomes ligados ao mesmo circuito independente.
O projeto dá continuidade a ‘Fique o Tempo que Precisar‘, lançado em 2025, e mantém a ideia de tempo como eixo conceitual.
A mudança aparece na forma como o novo título desloca a narrativa: agora, a experiência soa como algo vivido e concluído.
Essa continuidade ajuda o EP a funcionar como capítulo seguinte, não como lançamento desconectado.
A linguagem visual reforça o mesmo caminho ao transformar o repertório em uma história única.
Por que o formato chama atenção na nova fase
O formato de 13 minutos aproxima o lançamento de um curta musical e dá ao público um motivo para consumir o repertório inteiro.
Para um artista em crescimento, esse tipo de apresentação também fortalece identidade visual e memória de projeto.
Sotam já vinha ampliando circulação em plataformas e shows, mas o novo trabalho adiciona uma camada narrativa ao catálogo.
A decisão de unir todas as faixas em um plano-sequência exige coordenação de performance, câmera e transições, o que dá ao lançamento um componente técnico claro.
Com o EP disponível nas plataformas e o filme completo no YouTube, a nova fase chega estruturada em áudio e imagem desde o início.








