Brasília recebe o Festival TRAM4U em 26 de setembro, no estacionamento do JK Shopping.
A programação começa às 16h e segue até a meia-noite, reunindo música, arte, moda, gastronomia e empreendedorismo ligados à cultura urbana.
A entrada não exige pagamento, porém funciona no modelo solidário: o público deve levar 1 kg de alimento não perecível ou um agasalho no dia do evento.
Quem está no line-up do Festival TRAM4U?
A programação musical reúne Pacificadores, 3UmSó e Isa Marques.
O festival também prepara um tributo ao grupo Álibi com Saphira e Ravel, além de DJs e outras ativações culturais durante a tarde e a noite.
O encontro amplia o foco para além dos shows.
A agenda inclui:
- Feira urbana com marcas independentes;
- Exposição de obras de Rivas;
- Gastronomia;
- Food trucks; e
- Espaços voltados ao contato entre público, artistas e empreendedores.
Evento também lança uma nova plataforma para o hip-hop
O dia marca ainda o lançamento oficial da TRAM4U, plataforma criada para fortalecer formação, conexão e geração de oportunidades dentro do ecossistema do hip-hop.
Esse ponto ajuda a explicar a presença de atividades que atravessam música, negócios e artes visuais.
A proposta coloca diferentes partes da cultura urbana no mesmo espaço, sem tratar o palco como única atração.
A realização envolve Instituto Evolui e ABDI, com parceria da Casa do Hip-Hop Ceilândia e do JK Shopping.
A produção fica com a Agência Terruá.
Como participar do Festival TRAM4U?
O evento acontece no estacionamento do JK Shopping, em Brasília, das 16h à meia-noite.
Embora a entrada seja solidária, o público deve fazer a inscrição disponibilizada pela organização e entregar a doação no acesso.
A escolha do formato aproxima o festival de uma lógica comunitária: quem chega para os shows também encontra iniciativas de moda, arte e empreendedorismo conectadas ao território.
Para a cena do Distrito Federal, a combinação entre Pacificadores, artistas locais, feira e plataforma de oportunidades cria um encontro único.
Além dos shows, a presença de marcas independentes e empreendedores cria espaço para circulação econômica dentro da própria cultura.
Esse desenho aproxima artistas, público e negócios que normalmente aparecem separados em eventos tradicionais.









